
O que eu sinto por você não sei explicar, tampouco existem palavras que o definam. Não sei nem se você sente o mesmo por mim, e isso me angustia.
Nunca fui do tipo de garota que vive o que não sente, e por isso, talvez me perca nos teus olhos, no teu sorriso. Sinto coisas que nunca senti, você não sai da minha mente, está "trancado" no meu campo de visão. Te sinto, pressinto. Descobri o que é o ciúme. E só faltava flutuar, quando, em tom de brincadeira, perguntava sobre elas e você dizia que não se interessava.
Um sorriso idiota se fixou no meu rosto, e não sai mais. Amo as segundas-feiras, odeio as sextas quando vou dormir. No fim de semana vem o vazio, a vontade de querer te ver, pelo menos.
E então fico assim, pensativa, no meu mundo das ideias. E escrevo. Escrevo para tentar afugentar esse medo que sinto, esse vazio. Pois amiga nenhuma ainda foi capaz de me ver num momento tão sincero, onde as palavras fluem, as lágrimas caem... Mas não devo, nem posso reclamar delas, acho que amigas melhores não existem.
E aqui, num sábado à noite, antes de dormir, escrevo, como uma tentativa frustrada de amenizar esse vazio. Sei que você vai vir nos meus sonhos, te espero lá. Porque ninguém nunca me fez sentir assim, e eu acho, espero, que seja amor.
-Durma bem. Espero te ter um dia.
domingo, 6 de junho de 2010
Platônico
Postado por Dani T. às domingo, junho 06, 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário